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Vegetarianos tem 22% menos chances de desenvolver câncer colorretal

Conclusão faz parte do Adventist Health Study-2, coordenado pela Universidade de Loma Linda Praticantes de uma dieta vegetariana têm 22% menos probabilidade de desenvolver câncer colorretal (terceiro tipo de câncer mais comum entre os homens e o segundo entre as mulheres no mundo) do que não-vegetarianos. Essa é uma das conclusões do Adventist Health Study-2 (Estudo da Saúde Adventista-2), coordenado por pesquisadores da Universidade de Loma Linda. Os primeiros resultados da pesquisa de longo prazo foram divulgados neste mês na versão online do Journal of the American Medical Association (JAMA).

“O balanço de evidências científicas aponta a carne vermelha e a carne processada como sendo ligadas a um maior risco de câncer colorretal, enquanto que uma dieta rica em fibras – não suplementos de fibra – está ligada a um menor risco”, explica o pesquisador Michael Orlich.

O estudo acompanhou os questionários alimentares e registros médicos de 77.659 adventistas do sétimo dia ao longo de sete anos. Constatou-se que os adventistas veganos apresentaram 16% menos chances de desenvolver câncer. No caso dos lacto-vegetarianos, o risco foi 18% menor. Já os pesco-vegetarianos (que incluem peixe na dieta) chegaram a apresentar 43% menos probabilidade de contrair a doença.

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Link: http://www.revistaadventista.com.br/2015/03/vegetarianos-tem-22-menos-chances-de-desenvolver-cancer-colorretal.html?utm_source=Revista+Adventista&utm_campaign=02a96d001d-News_22_27_Fev_152_20_2015&utm_medium=email&utm_term=0_0bd13251c3-02a96d001d-27188065&ct=t(News_22_27_Fev_152_20_2015)&goal=0_0bd13251c3-02a96d001d-27188065

Fonte: Revista Adventista

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Especialistas esclarecem 12 dúvidas sobre a vitamina D

Substância é associada ao risco de câncer, obesidade e pode ser tratamento para uma série de doenças. A vitamina D é um hormônio esteroide lipossolúvel que pode ser obtido após exposição solar ou por meio da alimentação. Esta substância é essencial para o corpo humano e sua ausência pode proporcionar uma série de complicações. "É só pensar no que representa para o organismo a falta desta vitamina que controla 270 genes, inclusive células do sistema cardiovascular", diz o eurologista Cícero Galli Coimbra, professor associado e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo.

A vitamina D é necessária para a manutenção do tecido ósseo, ela também influencia consideravelmente no sistema imunológico, sendo interessante para o tratamento de doenças autoimunes, e no processo de diferenciação celular, a falta deste nutriente favorece 17 tipos de câncer. "Esta substância ainda age na secreção hormonal e em diversas doenças crônicas não transmissíveis, entre elas a Síndrome Metabólica que tem como um dos componentes o diabetes tipo 2", diz a nutricionista Natielen Jacques Schuch, professora do Centro Universitário Franciscano UNIFRA.

O consumo da vitamina D é essencial para as gestantes, a falta dela pode levar a abortos no primeiro trimestre. Já no final da gravidez, a carência do nutriente pode levar a pré-eclâmpsia e aumentar as chances da criança ser autista.

Existem ainda uma série de outros benefícios que a vitamina D proporciona para o organismo. "Infelizmente, cerca de 80% das pessoas que vivem no ambiente urbano estão deficientes nesta substância", constata Coimbra.

Na hora de garantir as quantidades corretas do nutriente surge uma série de dúvidas. O protetor solar atrapalha na absorção de vitamina D? Quais os alimentos ricos em vitamina D? A absorção de vitamina D pelos alimentos é tão eficaz quanto pelo sol? Entre outras questões.

1- Só é possível conseguir vitamina D tomando sol?

Não, é possível obter a vitamina D por meio da alimentação e suplementação com orientação médica. Para evitar a carência do nutriente é interessante incluir na dieta alimentos ricos nesta substância e também tomar entre 15 e 20 minutos de sol sem proteção solar e com braços e pernas expostos todos os dias. "Apesar de alimentação e exposição solar serem complementares, este último garante entre 80 e 90% da síntese de vitamina D", afirma a nutricionista Natielen Jacques Schuch, professora do Centro Universitário Franciscano - UNIFRA. 

2- Qual parte do corpo absorve melhor a vitamina D?

Não existe uma parte do corpo que absorve melhor a vitamina D. Este processo ocorre da mesma forma em todas as partes do corpo. A quantidade de vitamina D que será absorvida é proporcional a quantidade de pele que está exposta. Por isso, a orientação para ter boas quantidade deste nutriente é expor no mínimo pernas e braços ao sol sem proteção solar por cerca de 15 a 20 minutos.

3- O filtro solar impede a absorção de vitamina D?

Sim, infelizmente o uso do filtro solar prejudica a absorção da vitamina D por meio da exposição ao sol. "Para se ter uma ideia, o protetor fator 8 inibe a retenção de vitamina D em 95% e um fator maior do que isso praticamente zera a produção da substância", constata o neurologista Cícero Galli Coimbra, professor associado e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo. Para evitar o risco do câncer de pele é importante se expor somente durante os 15 a 20 minutos recomendados e após isso aplicar o filtro solar. Além disso, o recomendado é passar o protetor no rosto e deixar as pernas e braços sem, desta maneira as quantidades de vitamina D ainda estão garantidas.

4- Idosos produzem menos vitamina D em resposta a exposição ao sol?

Sim, os idosos produzem menos vitamina D em resposta a exposição ao sol por questões metabólicas relacionadas à idade. "A quantidade da substância produzida em uma pessoa de 70 anos é, em média, um quarto da que é sintetizada por um jovem de 20 anos", constata a nutricionista Rúbia Gomes Maciel, da empresa Natue. Por isso, é interessante que os idosos onversem com seus médicos sobre a possibilidade de ingerir suplementos de vitamina D.

5- Quais os alimentos ricos em vitamina D?

Os alimentos que possuem boas quantidades de vitamina D são: o salmão, 100 gramas têm 685 unidades, atum, 100 gramas contam com 227 unidades, sardinha, 100 gramas possuem 193 unidades, ovo, um ovo possui 43,5 unidades, queijo cheddar, 50 gramas possuem 12 unidades, e carne bovina, 100 gramas contam com 15 unidades. Note que todos eles são de origem animal porque as fontes vegetais não conseguem sintetizar a vitamina da maneira como os alimentos provenientes de animais.

6- Os alimentos proporcionam boas quantidades de vitamina D?

Não. Até mesmo o alimento com as maiores quantidades da substância, o salmão, conta com somente 6,85% das necessidades diária de vitamina D em uma porção de 100 gramas. "Todo adulto deveria tomar no mínimo cinco mil unidades de vitamina D todos os dias, contudo o ideal seria 10 mil unidades", observa Coimbra. Além disso, os alimentos ricos na substância são de origem animal e por isso contam com a gordura saturada. Quando ingerido em grandes quantidades este lipídeo sofre o processo de oxidação e há o risco do aparecimento de placas que podem inflamar as artérias sanguíneas, levando a doença vascular que pode comprometer o coração, os rins e o cérebro a longo prazo. 

7- A absorção da vitamina D nos alimentos é tão boa quanto ao ser exposto ao sol?

Não. Enquanto os alimentos que mencionamos irão fornecer no máximo 6,85% das necessidades diárias de vitamina D, com a exposição solar as quantidades da substância são muito maiores. "Tomar sol durante 20 minutos diariamente proporciona as 10.000 unidades de vitamina D necessárias todos os dia", conta Coimbra.

8- Quem fica exposto ao sol precisa comer alimentos ricos em vitamina D?

Isto depende de cada pessoa. É importante que a necessidade do indivíduo seja analisada por um profissional da saúde a fim de saber se apenas o sol é o suficiente ou se é preciso uma alimentação rica na substância.

9- Quando tomar suplementos de vitamina D?

Os suplementos só podem ser tomados após a constatação de deficiência de vitamina D e a orientação médica para o consumo dessas doses extras. É preciso muito cuidado com o excesso desta vitamina.

10- Quais os riscos do consumo em excesso da vitamina D?

É importante destacar que o excesso de vitamina D só ocorre por meio da suplementação. Isto porque os alimentos não contam com quantidades grandes da substância e a obtenção dela por meio dos raios solares é regulada pela pele, que cessa a produção de vitamina quando atinge os valores necessários. Porém, o excesso por meio dos suplementos mal administrados pode ser muito arriscado. "Há a possiblidade de ocorrer a elevação da concentração de cálcio no sangue e isso pode provocar a calcificação de vários tecidos, sendo que o mais afetado é o rim, que chega até mesmo a perder sua função", alerta Coimbra. 

11- Quem tem deficiência de vitamina D uma vez vai ter para sempre?

Não, a deficiência pode ser revertida. É possível fazer esta correção do quadro por meio de suplementação, lembrando que esta alternativa é válida somente após a orientação médica, e/ou tomando sol sem proteção solar nos braços e pernas durante vinte minutos todos os dias.

12- As janelas podem atrapalhar a absorção de vitamina D?

Sim, elas impedem a absorção. "Isto ocorre porque os raios ultravioletas do tipo B (UVB), capazes de ativar a síntese da vitamina D, não conseguem atravessar os vidros", explica Maciel.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/17222-especialistas-esclarecem-12-duvidas-sobre-a-vitamina-d/12

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COMO HIGIENIZAR FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS

Uma coisa que alegra e colore a cara são as frutas, verduras e legumes. Além de serem excelentes para a saúde, deixam a geladeira e a mesa mais bonitas. Quando encontramos esses alimentos nos mercados ou feiras, devemos lembrar que sua higienização é superficial, apenas para agradar os olhos, porém não a boca!

Para garantir que sua família esteja consumindo alimentos seguramente não contaminados, a higienização correta dessas frutas e verduras é essencial. Uma dica importante para fazer em casa é lavar esses alimentos antes de guardá-los, quer seja na fruteira ou na geladeira. Assim você conseguirá manter sua geladeira sempre limpa, e além disso, estará eliminando todos os agrotóxicos que esses alimentos carregam com os resquícios de adubos não orgânicos.

Podemos fazer na pia a primeira higienização, passando as verduras pela água corrente. Depois, corte os talos das raízes das verduras e lave folha por folha. Você pode aproveitar este momento para fazer a seleção das que estão boas para o consumo e jogar fora as que já estão passadas.

Em uma bacia com água com um litro de água, coloque uma colher de água sanitária. Coloque as folhas e deixe em descanso durante 15 a 20 minutos. Após esse tempo, se você achar que está sentindo o cheiro do produto nas folhas, coloque-as novamente na água com uma colher de vinagre.

Por fim, lave novamente as folhas com água corrente e deixe para secar em uma superfície coberta com guardanapo de pano, até ficarem bem secas. Então você pode guardá-las em sacos plásticos limpos ou tigelas de vidro cobertas, para facilitar o uso.

Como higienizar frutas e os legumes

Para frutas e legumes siga o mesmo procedimento das verduras, porém você pode utilizar uma esponja para retirar bem os resquícios de agrotóxicos, com exceção das frutas mais delicadas como uvas ou morangos.

Depois de lavar todos os alimentos deixe secar também em pano de prato durante cerca de duas horas. Somente após esse tempo você poderá guardar os alimentos na fruteira ou na gaveta da geladeira.

É importante ressaltar que quando não estão bem secas, as frutas, verduras e legumes estragam mais rápido, pois a umidade acelera o seu processo de decomposição.

Há produtos específicos para a lavagem dos alimentos que podem ser encontrados em postos de saúde ou também em supermercados. No entanto, a água sanitária também é eficaz, porém não pode ter em sua fórmula outros produtos, como tira manchas. Por isso, se certifique de que seja apenas água sanitária.

Todo esse cuidado, além de facilitar a sua vida na hora de preparar as refeições, vai trazer muito mais segurança e saúde para toda a sua família!

 

 

Fonte: http://vidaesaude.tv/blog/como-higienizar-frutas-legumes-e-verduras/

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Dicas de saúde - Como ter um sono tranquilo?

 

O descanso do estômago

Você consegue dormir de estomago vazio?

O estômago, quando nos deitamos para dormir, deve ter terminado todo o seu trabalho, para fruir o descanso, assim como as outras partes do corpo. O trabalho da digestão não deve prosseguir em tempo algum das horas do sono. Depois de sobrecarregado, e após ter efetuado sua tarefa, o estômago fica exausto, o que motiva a sensação de esvaimento. Então muitos se enganam, julgando que seja a falta de alimento que produza essa sensação, e sem darem ao estômago tempo para descansar, tomam mais alimento, o qual no momento remove a debilidade. E quanto mais se condescender com o apetite, tanto mais clamará ele por satisfação. Esse desfalecimento é geralmente resultado do comer carne, e comê-la freqüentemente e em demasia. O estômago torna-se cansado por ser mantido constantemente em atividade, cuidando de alimento nem sempre o mais saudável. Sem tempo para repousar, os órgãos digestivos enfraquecem-se, de onde a sensação do esvaimento, e desejo de comer freqüentemente. O remédio de que precisam esses, é comer menos freqüentemente e em menor abundância, satisfazendo-se com alimento simples e natural, comendo duas vezes, ou, no máximo, três vezes ao dia. O estômago precisa de períodos regulares de trabalho e repouso; e por isso é uma das mais nocivas violações das leis da saúde o comer irregularmente e entre as refeições. Com hábitos regulares e alimento apropriado, o estômago gradualmente se recuperará.

 

Fonte: Livro/Título Conselhos Sobre o Regime Alimentar – pág. 175

 

Autor: Ellen White

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