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Confiança em Deus

O último dos oito remédios naturais apresentados pela Igreja Adventista deveria estar na verdade em primeiro lugar. A religião e espiritualidade que, na verdade, nada mais são do que o relacionamento com Deus, produzem saúde tanto física quanto mental.

Segundo o Dr. Harold Koenig, da Universidade de Duke, North Carolina, Estados Unidos, vários estudos têm comprovado que a espiritualidade, a religião, e mesmo o habito de ir à igreja semanalmente produzem melhor saúde física, melhor sistema imunitário, e na área psicológica, menos depressão, ansiedade, vício em drogas e álcool e até mesmo risco de suicídio.

Lembro de uma entrevista feita durante o programa da Catedral de Vidro (Crystal Cathedral) que o pastor Fuller realizou com um escritor e sociólogo judeu. Apesar do indivíduo ser israelita ele havia escrito um livro sobre a influência da religião cristã no desenvolvimento dos Estados Unidos da América. O pastor Fuller não estava acreditando que um israelita pudesse ter escrito um livro sobre o cristianismo. Assim, esta foi a primeira pergunta durante a entrevista.

O escritor judeu simplesmente respondeu que a influência da igreja na sociedade não pode ser negada. E contou alguns exemplos comparando os jovens que frequentavam igrejas cristas com aqueles que não frequentavam. Os primeiros tinham menor envolvimento com drogas, menos sexo antes do casamento e menos frequência de outros comportamentos de risco. Como o pastor Fuller ainda estava incrédulo, o escritor resolveu dar um exemplo.

E aqui vai a parábola do escritor judeu para explicar como a religião ajudou e ainda ajuda os jovens a desenvolver um comportamento saudável e equilibrado:

“Por exemplo, pastor Fuller, pense nesta situação. Você está voltando para casa e dirige através da parte leste da cidade de Los Angeles à meia noite. Quando passava pelo bairro mexicano, repentinamente o pneu do carro furou. Saindo do carro para consertar o pneu você olha para trás e vê dez jovens caminhando em sua direção. Ai eu lhe pergunto: faria diferença se você soubesse que aqueles jovens estavam vindo de um programa cristão em sua igreja? ” E a entrevista terminou assim.

Dizem que mesmo Charles Darwin, no final de sua vida, reconheceu que a religião cristã é a melhor coisa que poderia acontecer para a sociedade e para a humanidade. E isso tem sido constante em vários países, ou seja, a igreja cristã, ou o contato com Deus, resultam em melhor comportamento em todos os níveis sociais e em todas as idades.

Exemplo próprio

Por exemplo, em minha situação quando era criança, fui influenciado pelos meus amigos e tios para beber álcool, mas a tradição da Igreja Adventista não tolerava álcool de forma alguma. Felizmente, e por certo uma influência da Igreja, nunca bebi bebidas alcoólicas. Para mim, isso foi uma vantagem porque alguns de meus amigos e parentes, acabaram se tornando alcoólatras, o que destruiu suas vidas e a de seus familiares.

A espiritualidade tem sido estudada sob vários aspectos. Existem dois tipos de espiritualidade: a interna ou intrínseca e a externa ou extrínseca. A primeira é a religião do coração, o contato íntimo com Deus, a oração e a meditação e a entrega pessoal a Jesus Cristo. O segundo tipo de religião, ou espiritualidade, é a externa, ou seja, a parte externa da religião, as tradições e práticas religiosas. De uma forma geral a religião interna conduz a religião externa. Porém, existem muitos cristãos possuem uma espiritualidade meramente externa e a religião consiste em uma simples expressão religiosa.

Voltando ao doutor Koenig, em uma conversa ele me relatou que a verdadeira religião é a do coração. O relacionamento íntimo, interno, individual com Deus, esta é a verdadeira religião. E essa é certamente a religião que produz saúde física e mental.

Assim, concluindo os remédios de Deus, o principal é ter Cristo no coração, ou na mente. Quando Ele está no comando, tudo o mais se encaixa perfeitamente. Menos enfermidades, melhor comportamento, melhor saúde mental e mais motivação e poder para seguir comportamentos saudáveis.

O verso final para essa série de artigos se encontra em Filipenses 4:6-7. “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. 7 E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus.” Jesus não promete uma vida simples e sem complicações, mas promete a paz, mesmo que a pessoa tenha tribulações, Deus promete sua presença.

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Sete mudanças de hábito que contribuem para baixar o colesterol

Escolher peixe em vez de carne, por exemplo, pode mudar o rumo da doença

Embora a palavra colesterol tenha adquirido um sentido pejorativo, ele é um tipo de gordura indispensável para o funcionamento do nosso metabolismo e está presente em todas as células do corpo. O problema é que existem dois tipos de colesterol: o HDL, chamado comumente de bom colesterol, e o LDL, o colesterol ruim. Em excesso, este último pode gerar diversas complicações para a saúde cardiovascular, podendo até levar à morte. Para evitar esses problemas, o Minha Vida reuniu sete dicas de hábitos que ajudam a prevenir ou - para aqueles que já receberam o diagnóstico - controlar a doença. Confira:

  1. Optar pelo azeite de oliva

Embora seja calórico, com recomendação diária máxima estipulada em duas colheres de sopa, o azeite de oliva não só ajuda a diminuir o mau colesterol (LDL) como ainda aumenta o bom colesterol (HDL), explica o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, do Hospital do Coração (Hcor), de São Paulo. Isso ocorre graças aos antioxidantes, como as gorduras monoinsaturadas e a vitamina E presentes no alimento.

  1. Trocar a carne por peixe

Para alguns, a associação entre peixes e ácidos graxos ômega 3 é imediata. Mas será que você sabe por que eles são tão bem-vindos na dieta? Um dos motivos é o fato de eles serem uma gordura boa, do tipo insaturada, que reduz, portanto, os níveis de colesterol e triglicérides do sangue.

  1. Praticar exercícios

"Praticar exercícios físicos regularmente é uma maneira eficaz de aumentar a queima de gordura corporal, reduzindo o mau colesterol (LDL)", aponta Daniel Magnoni. Treinos frequentes também atuam na perda de peso e no controle do diabetes e da pressão alta, problemas que muitas vezes acompanham quem está com colesterol alto. Resumindo: você melhora a sua saúde e, de quebra, ainda entra em forma.

  1. Consumir mais fibras

Fibras não podem ficar de fora do cardápio de quem tem colesterol. Primeiro porque elas diminuem a absorção de gorduras pelo organismo, reduzindo o nível de LDL. "O outro motivo é o fato de elas aumentarem a excreção de colesterol na forma de bile", esclarece o especialista.

Assim, prefira alimentos integrais e consuma frutas com a casca, sempre que possível. Outro conselho é preferir a fruta em seu estado natural, pois, quando aquecida, ela perde parte de suas fibras.

  1. Largar o cigarro

Fumantes naturalmente têm mais chances de ter problemas cardiovasculares do que os não adeptos ao tabagismo. No caso de quem tem colesterol alto, entretanto, o cigarro ainda age acelerando o aparecimento da aterosclerose, acúmulo de substâncias gordurosas no interior das artérias. Ou seja, os riscos de entupimento de um vaso ficam ainda maiores, aumentando a probabilidade de má circulação e até de um infarto.

  1. Adicionar aveia às refeições

Embora a ingestão de fibras, em geral, seja benéfica para combater e controlar o colesterol, a aveia desempenha um papel de destaque na luta contra essa doença. Isso porque ela promove a sensação de saciedade por mais tempo, melhora a circulação, controla a quantidade de açúcar do sangue e ainda diminui a absorção de gordura pelo corpo, explica o cardiologista.

  1. Escolher alimentos à base de soja

 

Os alimentos à base de soja podem não ter o mesmo sabor da carne original ou do leite, mas a verdade é que, se bem preparados, eles podem ser tão gostosos quanto quaisquer outros. E mais: eles não só combatem o colesterol ruim como ainda aumentam o colesterol bom, conta Daniel Magnoni.

A soja também ajuda a controlar problemas hormonais em mulheres na menopausa e ainda criam uma barreira no organismo contra infecções. Use a criatividade e prepare refeições ricas nesse alimento.

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Sintomas de infarto: dor no peito não é único sinal

 

Quanto antes você procurar um hospital, menores são os riscos

ARTIGO DE ESPECIALISTA - ATUALIZADO EM 23/02/2015

foto especialista

 

Dr. Bruno Valdigem CARDIOLOGISTA - CRM 118535/SP

As doenças cardiovasculares são líderes em morte no mundo, sendo responsáveis por quase 30% das mortes no Brasil. Dentre estas, o Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) é a causa principal. De acordo com o Datasus, agência de controle de dados do governo, foram registrados 2028 óbitos por doenças cardiovasculares no estado de São Paulo apenas no mês de agosto de 2013. A mortalidade hospitalar por infarto agudo na internação é alta, e maior quanto mais demorado o tempo entre o início dos sintomas e o atendimento final. Os fatores de risco para o infarto são obesidadehipertensão, colesterol alto, estresse, diabetes ou infartos anteriores. Homens na meia idade e mulheres após a menopausa são os mais afetados pelo problema.

O infarto acontece quando parte do músculo cardíaco morreu por falta de oxigênio. A nutrição do músculo é feita pelas artérias coronárias, que levam sangue e nutrientes até o coração. Se uma artéria dessas "entupir" - que ocorre quando uma placa de gordura perto da parede interna do vaso rompe - o fluxo de sangue é interrompido e aquela área entra em sofrimento (causando dor) e se esse fluxo não for reestabelecido a tempo, o tecido morre

A dor do IAM é uma sensação mal definida, surda, que pode se alojar em qualquer local entre o lábio inferior e a cicatriz umbilical. Ainda que a maioria das pessoas sinta dor no meio do peito, em aperto, espalhando para o braço direito, vemos com muita frequência apresentações menos características. Já vi pessoas com dor no queixo, dor nas costas. As características do infarto em mulheres são muito menos típicas, com queixas de queimação ou agulhadas no peito ou ainda falta de ar sem dor. Qualquer dor nessas regiões que se mantêm por mais de 20 minutos deve ser investigada e considerada doença grave, especialmente se associada aos seguintes sintomas:

  • Vômitos

  • Suor frio

  • Fraqueza Intensa

  • Palpitações

  • Falta de ar.

Na presença dessas sensações, é de extrema importância procurar ajuda no pronto socorro mais próximo em no máximo uma hora. Conforme o tempo passa a dor diminui, mas o dano torna-se mais extenso e irreversível. Após 12 horas de dor, o músculo em sofrimento já morreu quase por completo.

 

Em municípios com disponibilidade de atendimento domiciliar rápido, como o excelente SAMU de São Paulo, vale a pena acioná-lo. Na ausência de uma ambulância, busque uma acompanhante que possa dirigir ou acompanhar até o medico (sempre em um hospital de emergência, para não transformar um consultório medico em uma UTI). Evite dirigir com suspeita de infarto, pois arritmias e desmaios são frequentes no inicio do quadro, colocando em risco você e os outros. Carregue consigo seus exames mais recentes, se estiverem acessíveis e não forem atrasar a sua viagem. Fique tranquilo e explique tudo ao seu acompanhante e médico, em especial a presença de alergias e doenças prévias.

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SUCO VERDE REFRESCANTE

As vezes não temos muitas ideias para variar nossa alimentação com ingredientes saudáveis. Então além de dicas de saúde o nosso site da igreja deixará disponíveis receitas para a sua vida.

Essa receita por exemplo fornece, dentre outras coisas, vitamina C e também cálcio para o nosso corpo!

 

INGREDIENTES

- 2 folhas de couve grandes

- 1 maracujá inteiro (com sementes)

- Suco de 1 limão inteiro

- 1 maço de hortelã

- Adoçante

- Água

MODO DE PREPARO

 

Lave bem e depois rasgue a couve, aproveitando os talos. Bata no liquidificador, com um pouco de água, a polpa do maracujá e o hortelã. Coe bem. Em seguida, acrescente o suco de limão e adoce. Sirva bem fresquinho!

Contato

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