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Adventista, zagueiro cortou palavrão e vive dilema por trabalhar no sábado

Zagueiro Vinícius mudou seu estilo de vida depois de virar seguidor da Igreja Adventista

O pôr do sol na sexta-feira indica o momento de Vinicius Matos parar. Parar o trabalho, a correria, a televisão, o telefone... tudo aquilo que o conecta ao mundo louco que vivemos. É hora de silêncio e de orar para estar mais perto de Deus. A vigília semanal deve durar até o fim do sábado, como indica os mandamentos da Igreja Adventista. 

Vinícius quer seguir à risca e respeitar a história bíblica que Deus criou o mundo em seis dias e no sétimo descansou. Ele tenta e faz o que pode, mas não é perfeito porque comete (e assume) o pecado de trabalhar no sábado. Vinícius é zagueiro do Vitória, que disputa a Série B do Campeonato Brasileiro, e costuma jogar aos sábados ou nas noites de sexta-feira.

O jogador vive um dilema por causa disso. Para aliviar seu coração, ele conversa com o sogro que é pastor e se agarra à fé de que é algo passageiro. "O quarto mandamento é guardar o sábado. A base que eu tenho agora é a da religião, para eu ficar bem espiritualmente preciso disso. É o momento só de refletir, de orar a Deus. Por enquanto está difícil conciliar isso, eu não consigo. Eu fico chateado, pecado é pecado de qualquer jeito, sei que estou pecando por não estar guardando o sábado. Mas o pai da minha namorada é pastor, eu converso com ele e ele diz para ter paciência, não ficar apavorado".

A dor de ferir as próprias crenças o fez imaginar como seria a vida longe da profissão que ama. "No meio do processo, quando eu estava entendendo como funciona, eu pensei como ia fazer, cheguei a pensar em como seria a minha vida fora do futebol. Mas não adianta eu querer largar o futebol e seguir só Deus. Eu não tenho faculdade, não estou cursando nada, iria demorar para conseguir trabalho. Mas em certo momento vou conciliar".

No meio do ano, Vinícius viu uma luz para resolver a situação depois de passar um mês no Sevilla, da Espanha, em período de observação e de quase ser negociado. No primeiro contato com o presidente do clube ibérico, ele fez a pergunta crucial. "Posso ser liberado nos sábados?". A resposta positiva o animou. No fim das contas, a janela de transferências fechou e o negócio acabou não dando certo, mas ainda existe uma chance na próxima abertura.

"A primeira coisa que eu perguntei para o presidente quando cheguei lá é se teria como guardar o sábado. E ele foi tranquilo, disse que aceitaria de boa. Lá é tudo muito respeitoso quanto à religião. E a maioria dos jogos é aos domingos. Eu poderia perder o treino do sábado que é só um recreativo, algo mais simples preparatório para o jogo".

Vinícius deu os primeiros passos na Igreja Adventista há um ano por causa da namorada Karina. Antes disso, sua conexão com Deus se resumia à formação católica e às leituras solitárias da Bíblia em seu quarto. Nos primeiros convites, ele até resistiu, mas aos poucos foi cedendo e passou a frequentar os cultos com ela.

De lá para cá muita coisa mudou, principalmente o amadurecimento. Vinícius admite que se deslumbrou com o futebol em um certo momento. As baladas viraram rotina na mesma medida que os atrasos nos treinos aumentaram. Para ele, não havia tempo ruim. Todo dia era dia de se divertir. O puxão de orelhas do técnico foi o primeiro alerta, mas a mudança mesmo veio com a fé.

"Eu saía muito para festas, bebia e saia muito. Antigamente tinha horas que eu não queria saber de nada, qualquer hora era para sair, fazer folia, era só chamar que eu ia, e eu chegava virado no treino. Isso atrapalhou um pouco, o rendimento estava caindo. Meu treinador conversou comigo e disse que eu tinha que dar uma parada. Ele perguntou: 'você quer ser jogador boleiro ou jogador profissional? Tem que saber o momento certo de curtir'. Com o tempo fui parando, hoje não sinto falta de sair".

O reflexo veio em campo e as coisas boas começaram a acontecer. Vinicius foi convocado para a seleção brasileira de base, ganhou destaque no Vitória. Em campo, seu comportamento também mudou. Aboliu os palavrões e já influencia a postura dos colegas.

"Comecei a entender melhor as coisas, tudo na vida tem sentido. Comecei a me aprofundar nos estudos bíblicos e ver qual atitude eu tinha que ter em algumas situações como os palavrões. Dentro do jogo é difícil não xingar, ainda mais na posição de zagueiro que reclama muito com o time. Às vezes escapa, é difícil, mas estou trabalhando para parar com esse hábito. Já sei que você não pode ir pela emoção, tem que pensar um pouco antes de falar. Meus colegas repararam que eu parei de xingar, começaram a me elogiar e já tentam adotar isso na vida deles. Eu mudei meus hábitos, não saio mais, isso me ajudou dentro de campo, fui convocado para a seleção. Várias coisas aconteceram, e nada acontece sem a permissão de Deus. Tenho que fazer minha parte, Deus ajuda quem se ajuda".

PS.: A matéria acima foi publicada no site Esport.UOL.com.br, o jornalista que escreveu a mesma não entendeu que o mandamento é de Deus, não da Igreja Adventista. No mais foi bom ter acontecido esta divulgação que sem dúvida gerou muitos comentários controversos, mas deu a oportunidade de alguns pensarem sobre o tema.

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CNN destaca princípios da Igreja Adventista

CNN é um dos principais meios de comunicação do mundo.Brasília, DF… [ASN] Os princípios da Igreja Adventista do Sétimo Dia foram destaque em uma das principais redes de comunicação do mundo, a norte-americana Cable News Network (CNN). A reportagem foi produzida porque nesta terça-feira, 27, institutos de pesquisa dos Estados Unidos apresentaram dados que mostraram uma virada nas intenções de voto dos norte-americanos às primárias eleitorais republicanas. Antes o cenário vinha sendo dominado pelo candidato Donald Trump. Agora, com quatro pontos percentuais à frente, aparece o médico adventista Ben Carson, com 26% de intenções contra 22% de Donald Trump, segundo colocado.

Com estes resultados, a mídia norte-americana intensificou suas análises sobre a vida do neurocirurgião aposentado Ben Carson, com destaque para suas crenças religiosas. Dentre as inúmeras matérias que estão sendo feitas abordando esta temática, chamou a atenção nesta quarta-feira, 28, o artigo escrito por Daniel Burke, editor de religião da CNN. Em seu texto, intitulado No que os adventistas do sétimo dia como Ben Carson acreditam, o articulista detalhou algumas crenças adventistas, alegando que o próprio rival, Donald Trump, mencionou que não sabe nada sobre a fé vivida por Carson. Burke ainda afirma que muitos americanos também não sabem quase nada sobre a Igreja Adventista, que celebrou, em 2013, 150 anos de existência.

O artigo da CNN menciona que há um milhão de adventistas nos Estados Unidos, cerca de 18 milhões ao redor do mundo e oferece um “breve curso” sobre três crenças fundamentais da Igreja que são compartilhadas por outros protestantes e evangélicos. O texto comenta que (destaque em itálico para trechos traduzidos do original):

1) Os adventistas acreditam na Bíblia como a infalível palavra de Deus. Honram as Escrituras como um recurso inquestionável de sabedoria, inspiração e guia. A Igreja diz que “em Sua Palavra Deus deu ao homem o conhecimento necessário para a salvação”. Um aspecto interessante neste item foi a menção clara de que os adventistas acreditam na literalidade da Bíblia e, portanto, na literalidade de Gênesis 1, que destaca o criacionismo, ou seja, a ideia de que Deus criou o mundo em seis dias.

2) Os adventistas acreditam que Jesus veio para salvar os humanos dos seus pecados. Adventistas, como outros cristãos, também acreditam nos dois outros membros da Trindade: Deus, o Pai, e o Espírito Santo. A salvação vem através do arrependimento dos pecados e da fé em Jesus, mas a graça é finalmente garantida somente por Deus.

3) Os adventistas acreditam nos conselhos bíblicos contra o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Seguindo para a parte final do artigo, Daniel Burke cita outras quatro doutrinas que são exclusivas dos adventistas do sétimo dia:

1) Os adventistas guardam o sábado, o “sétimo dia”. Os adventistas consideram o sábado santo e guardam esse dia, como Deus fez, no sétimo dia da semana da criação, de acordo com a Bíblia. O autor ainda explica que os adventistas também consideram bons exemplos sobre esse assunto o fato dos judeus terem guardado esse dia no Velho e Novo Testamentos, e Jesus ter seguido este hábito no Novo Testamento.

2) Os adventistas não acreditam no inferno. Diferentemente de outros cristãos, os adventistas não acreditam no inferno como um lugar com lagos de fogo e tormento eterno. Isto porque a Igreja não encontra um local como este literalmente descrito na Bíblia, explica Douglas Morgan, professor de História da Igreja na Universidade Adventista de Washington. … Adventistas também argumentam que um Deus de amor não condenaria Seu povo – mesmo pecadores – a uma punição sem fim. Na visão da Igreja, quando as pessoas morrem, elas ficam como que dormindo no pó da terra até a segunda vinda de Jesus, quando Ele julgará os vivos e os mortos. Os bons irão para o céu e os maus serão aniquilados.

3) Eles acreditam que a segunda vinda de Jesus é iminente.

4) Os adventistas acreditam nas visões e profecias de Ellen White. Douglas Morgan, professor de História da Igreja na Universidade Adventista de Washington, diz que os adventistas acreditam na Bíblia como a autoridade final, e nos escritos de Ellen White como “uma luz menor que aponta para a luz maior” – ou seja, as Escrituras Sagradas.

Repercutindo estes artigos que estão sendo publicados na imprensa norte-americano, jornais brasileiros também estão abordando essa temática, analisando a fé do candidato republicano Ben Carson.

O blogueiro Guga Chacra, do Estadão, por exemplo, redigiu um texto com o título Qual o significado de Ben Carson ser líder nas primárias republicanas? em que destaca que os norte-americanos estão optando por um candidato “super conservador”. Ao analisar o perfil de Carson, Guga enfatizou os seguintes aspectos: ele é radicalmente contra o aborto, os direitos dos homossexuais e questiona a ciência em relação ao aquecimento global ser causado pelo homem e diz acreditar na teoria da criação (Adão e Eva). [Equipe ASN, Márcia Ebinger]

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Dez Respostas Rápidas para Clichês Ateístas

Você não precisa ler centenas de livros para discutir sua fé com um ateu. Algumas vezes, afirmações e questões que são apenas chavões curtos podem ser respondidas também de forma curta, com a mesma rapidez. Na “Conferência dos Evangelistas” (2014), em Londres, o Professor John Lennox ofereceu algumas respostas rápidas a algumas declarações comuns de ateus [aqui acrescentadas de alguns links para postagens correlatas deste blogue] .

1) Você não acredita em Zeus, Thor e todos os outros deuses. Eu apenas vou um passo/deus a mais do que você e rejeito o Deus cristão.

O problema com esta ideia é que “deuses” como Zeus e Thor não são comparáveis com o entendimento bíblico de Deus.

“Há uma grande distinção entre todos os deuses antigos do oriente próximo e o Deus da Bíblia”, diz o Prof. Lennox. “Aqueles são produtos da massa e da energia primordial do universo. O Deus da Bíblia criou os céus e a terra.” [A Bíblia entre os mitos: que diferença!]

2) A ciência já explicou tudo, e ela não inclui Deus.

A ciência não pode responder a certos tipos de questões, tais como “o que é ético?” e “o que é belo?” Mesmo quando se trata de questões sobre o mundo natural, que a ciência explora e às quais, por vezes, pode responder, existem diferentes tipos de explicações para coisas diferentes.

“Deus não compete com a ciência como uma explicação do universo mais do que Henry Ford compete com a lei de combustão interna como uma explicação do automóvel”, diz o professor.

3) A ciência se opõe a Deus.

Há certas concepções de “deus” que podem ser opostas à ciência, mas não a do Deus cristão. Pode haver certos tipos de “deuses” que são inventados para explicar coisas que não entendemos, mas eles não são cristãos.

“Se nos é oferecida uma escolha entre ciência e ‘deus’… não se trata de um conceito bíblico de Deus”, diz o prof Lennox. “O Deus bíblico não é um deus das lacunas, mas um Deus de todo o conjunto. Os fragmentos que entendemos [pela ciência] e aqueles que não entendemos.”

“Entre muitos pensadores proeminentes, a ideia deles sobre Deus é completamente pagã. Se você definir Deus como sendo um ‘deus’ das lacunas, então você tem mesmo que oferecer uma escolha entre ciência e ‘deus’”. [Cristianismo, Ciência e o Obscurantismo do Século XXI]

4) Você não pode provar que há um Deus.

Este tipo de declaração ignora que existem diferentes tipos de “prova”.

“Você pode provar que existe um Deus?” pergunta o Prof. Lennox. “Em sentido matemático, não.  Mas provar qualquer coisa [ não apenas a existência de Deus] é muito difícil. A palavra ‘prova’ tem dois significados. Há o significado rigoroso em matemática, que é muito difícil de fazer e raro. Mas depois há o outro sentido – que é ‘provar’ além da dúvida razoável.

Esse é o tipo de ‘prova’ que podemos apresentar: argumentos para levar alguém para além da dúvida razoável. Por exemplo, os argumentos racionais, como os dos filósofos Alvin Plantinga e William Lane Craig [Ex.: O Argumento Moral e o Ajuste Fino do Universo], a experiência pessoal dos cristãos e o testemunho dos relatos dos evangelhos na Bíblia.” [Cinco Razões Por Que os Historiadores Levam os Evangelhos a Sério]

5) Fé é acreditar sem nenhuma prova.

A fé cristã nunca foi sobre não ter nenhuma prova: os evangelhos foram escritos para fornecer provas, como o início do evangelho de Lucas: “Muitos já se dedicaram a elaborar um relato dos fatos que se cumpriram entre nós, conforme nos foram transmitidos por aqueles que desde o início foram testemunhas oculares e servos da palavra. Eu mesmo investiguei tudo cuidadosamente, desde o começo, e decidi escrever-te um relato ordenado…” (Lucas 1:1-3).

O fim do evangelho de João diz: “Estas coisas foram escritas para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (João 20:31).

Mas acreditar sem provas é uma noção comum de “fé” hoje em dia. “Essa definição está no dicionário e é acreditada por muitos”, diz o Prof. Lennox. “Então, quando falamos sobre a fé em Cristo, eles acham que isso é porque não há nenhuma prova. [O fato, porém, é que o evangelho de João mostra que] o cristianismo é uma fé baseada em provas.” [Jesus é Evidência de que Deus Existe]

6) A fé é uma ilusão. Eu não acreditaria em Deus mais do que no coelhinho da Páscoa, no Papai Noel ou no Monstro de Espaguete Voador.

Essas idéias se tornaram populares por meio de pessoas como o professor Richard Dawkins. A única coisa a que se prestam é à zombaria [e, como se sabe, zombaria não é argumento].

“Declarações de cientistas nem sempre são declarações da ciência”, afirma o Prof Lennox. “Stephen Hawking diz: ‘A religião é um conto de fadas para pessoas com medo do escuro’. Eu digo: ‘O ateísmo é um conto de fadas para pessoas com medo da luz’.

“Nenhuma destas afirmações prova nada. Elas são todas reversíveis. O que está por trás de todas essas afirmações é a ideia freudiana do “wish fulfilment” [a de que acreditamos naquilo que esperamos ser verdade].  Do lado ateísta, vai funcionar muito bem desde que provido que não há nenhum deus . Mas se há um Deus [e sabemos que Ele existe e é a Causa primeira], então o ateísmo é que é “wish fulfilment”.

7) O cristianismo afirma ser verdade, mas há grande quantidade de denominações, e todas elas discordam umas das outras. Por isso, o cristianismo deve ser falso.

Por que a existência de denominações implica que o Cristianismo seja falso? Isso poderia implicar que os cristãos têm personalidades e culturas muito diferentes – ou mesmo que os cristãos não são bons em relacionar-se uns com os outros – mas não que o cristianismo não é verdadeiro.

“Há diferentes tipos de equipes no futebol, mas todos elas jogam futebol”, afirma o Prof. Lennox.

8) A Bíblia é imoral.

Se você quer questionar a moralidade da Bíblia, que base essa sua moralidade possui? Pode haver uma séria contradição no bojo das críticas ateístas. Dawkins escreveu: “Num universo de elétrons e genes egoístas, de forças físicas cegas e de replicação genética, algumas pessoas vão se machucar, outras pessoas vão ter sorte, e você não vai encontrar nenhuma rima nem razão para isso, nem qualquer tipo de justiça. O universo que observamos tem precisamente as propriedades que são de se esperar que ele tenha, dando-se a premissa de que não existe nenhum desígnio, nenhum propósito, nenhum mal, nenhum bem, nada além de impiedosa indiferença”.

Se isso é verdade, então por que ele questiona a moralidade de qualquer coisa? “Dawkins diz que a fé é má”, diz Lennox. “Mas, ao mesmo tempo, ele elimina as categorias do bem e do mal. Isso não faz sentido.” [Sete Erros Fatais do Relativismo Moral]

9) Com certeza você não toma a Bíblia literalmente?

Alguns ateus (e alguns cristãos) têm uma idéia muito preto e branco de como interpretar a Bíblia. Você tem que tomá-la ‘literalmente’ ou lançá-la longe, eles pensam. Isso é ignorar a realidade da linguagem e como ela reflete a verdade.

“Jesus disse: ‘Eu sou a porta’”, diz o Prof. Lennox. “Jesus é uma porta como uma porta ali? Não. Ele não é um porta literal, mas é uma verdadeira porta para uma verdadeira experiência com Deus. A metáfora representa a realidade. A palavra “literal” é inútil.”

10) Qual é a evidência para Deus?
Você pode debater a existência de Deus ad infinitum. Pode ser muito interessante, especialmente quando você entra em detalhes e explora o assunto em profundidade. Mas, para um ateu, ele pode estar perdendo o ponto essencial ou evitando a verdadeira questão [Ou certas reflexões: Mesmo que Eu Fosse um Ateu, Eu Seria um Cristão]. O Prof. Lennox aconselha fazer a pergunta mais importante:

“Suponha que eu pudesse dar evidência de Deus. Você estaria preparado, agora, para se arrepender e confiar em Cristo?”

Claro que existem respostas mais profundas para todas esses clichês. Você pode encontrar muitas dessas respostas em vídeos de debates, como este entre Lennox e Dawkins:

http://www.youtube.com/embed/DxD-HPMpTto

Fonte: Christiantoday
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Centros de Influência no sul do Rio e jovens do OYIM dão esperança a pessoas

Rio de Janeiro, RJ [ASN] O mês da primavera no Rio de Janeiro está sendo  marcado por muitos batismos. A grande maioria são juvenis e adolescentes, que também na fase tenra da vida escolhem viver ao lado de Jesus. Muitos deles tem recebido influência direta dos Centros de Influência inaugurados neste ano no sul do Rio de Janeiro, em parceria com membros das igrejas e jovens do projeto OYIM (One Year in Mission), traduzido como ‘Um Ano em Missão‘.

Alguns destes batismos aconteceram na Igreja Adventista do Sétimo Dia de Campo Grande, onde foi inaugurado há 5 meses o Centro de Influência  conhecido como Espaço Novo Tempo.

Ao todo são seis Centros de Influência no sul do Rio de Janeiro, alguns deles foram inaugurados em meados de maio e desde então os jovens missionários do projeto ‘Um Ano Em Missão’ em parceria com membros das igrejas, estão trabalhando e dedicando tempo e talentos para ajudar a salvar vidas para Cristo. Dos 24 jovens do projeto, quatro ajudam a cuidar do Espaço Novo Tempo em Campo Grande: Geize Souza, Sandra Mann, Livia Rocha, Jurandir Junior.

Leia também: Projeto Um Ano Em Missão impacta o Rio de Janeiro

No Centro de Influência em Campo Grande, região Oeste do Rio, são oferecidos vários cursos, entre eles: idiomas (inglês e espanhol), culinária saudável, artesanato, RPG, pilates, além de terapia familiar, classe bíblica ‘Porto Seguro’ e cursos bíblicos.

Semanalmente duzentas pessoas visitam o Espaço que conta com o apoio de 20 voluntários, todos membros da Igreja Adventista de Campo Grande. Neste último sábado (19), seis pessoas foram batizadas na IASD de Campo Grande, pelo pastor Wiliam Ferreira.

 Theonila Barcelos é torcedora do time de futebol carioca Flamengo, e fez a assinatura da Sky para poder assistir aos jogos. Um dia não estava se sentindo muito bem e começou a zapear os canais, quando encontrou a TV Novo Tempo, no canal 14. Assistiu ao programa Arena do Futuro, com o pastor Luis Gonçalves e ficou interessada. “Gostei muito dele e da forma como falava, parecia que estava dizendo as coisas para mim”, comenta Theonila. Com o passar do tempo procurou a Igreja Adventista mais próxima e encontrou não apenas a Igreja, mas também o Espaço Novo Tempo.

Theonila participa do curso de culinária saudável há 3 meses e também assiste ao curso Bíblia Fácil. Em seu batismo ela estava emocionada e feliz. “Continuo gostando de assistir aos jogos do meu time, mas meu canal preferido agora é a Novo Tempo”, comenta.

 Ao todo sete pessoas foram batizadas, destas, seis foram por influência direta do Centro de Influência: Denis Silveira, Jackeline Ramos, Larissa Freire, Rejane Carbonel, Theonila Barcelos e Susana Peres. A aventureira Maria Julia Gonçalves Reis, de apenas 8 anos, também foi batizada neste dia. Familiares e amigos prestigiaram a cerimônia.

Aberides Souza chegou no Espaço precisando de ajuda para depressão. Há três meses ele é atendido por Carol Medina e Vivian Terrazas, missionários do OYIM, no curso de terapia familiar. Elas contam que quando ele chegou no Centro de Influência estava depressivo e desejava tirar a própria vida. Hoje a realidade é bem diferente: ele estuda a Bíblia e encontrou um novo sentido para viver.

Geize Souza é missionária do OYIM e semanalmente estuda a Bíblia com Aberides. Ela comenta que é muito gratificante ver os resultados. “Os batismos são importantes, claro, mas saber que estamos fazendo diferença na vida das pessoas é maravilhoso. Difícil descrever com palavras o sentimento. Nosso principal trabalho é lançar a semente e apresentar a Cristo, e é o que estamos fazendo neste ano aqui no Rio”, e finaliza: “pessoas nos dizem com frequência que estão encontrando a Deus por nossa causa e é muito gratificante ouvir isso”. [Equipe ASN, Fabiana Lopes]

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