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Corretora de seguros adventista lança game sobre prevenção de riscos

Brasília, DF… [ASN] A Adventist Risk Management(ARM), corretora de seguros da Igreja Adventista com sede nos Estados Unidos, e sua filial sul-americana, lançaram o jogo Spy Danger (Espião do Perigo) durante a 60ª Assembleia da Associação Geral, que ocorre na cidade de San Antonio. O objetivo é apresentar situações perigosas que podem ocorrer dentro dos templos ou em viagens de ônibus e conscientizar as pessoas sobre como evitar se envolver nelas.

 Jogador tem até 60 segundos para encontrar situações de risco.

Desenvolvido em três idiomas, o jogador tem até 60 segundos para encontrar 10 perigos da cena escolhida, além de aprender as dicas de prevenção. Quem estiver na Assembleia, que termina no próximo sábado, 11 de junho, pode conferir o jogo no stand da ARM e conhecer mais sobre o trabalho que a instituição desenvolve. Spy Danger, que em breve deve ser lançado para os sistemas iOS e Android, também está disponível online e pode ser acessado aqui. [Equipe ASN, Thayanne Braga]

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Calebes constroem casa para moradora de Xerém, Rio de Janeiro

Nova casa ganhou instalações sanitárias e elétricas, que faltavam na anterior. Agora está recebendo os acabamentos.

Qual é o limite da solidariedade? Se alguém perguntar para o grupo de calebes que atuou durante o último mês no distrito de Xerém, no Rio de Janeiro, vai se surpreender com a resposta.

Eles provavelmente vão falar sobre a importância de mostrar Jesus ao próximo e como viver o evangelho na prática. Mas foram suas ações que deram a maior resposta. O grupo de voluntários, composto por adolescentes e jovens a partir dos 16 anos de idade, passou 24 dias trabalhando com os moradores da região e buscando melhorar sua qualidade de vida. Ações humanitárias aconteceram juntamente com trabalhos evangelísticos, no intuito de impactar a vida material e espiritual de cada um.

Uma dessas ações foi a entrega de uma casa nova para a moradora Georgete, no bairro do Amapá, que vivia em situações bastante difíceis. Sua casa era um pequeno cômodo construído com tijolos, sem uma das paredes e com poucos móveis. Seus pertences eram protegidos da chuva e do vento por bambus e panos. Não possuía instalações de esgoto, cozinha ou sequer banheiro. Para os calebes, essa situação deveria mudar o mais rápido possível.

Antiga casa sofria com falta de estrutura, espaço e saneamento básico.

Desde a primeira semana os voluntários começaram a trabalhar na construção da nova casa, no mesmo terreno em que Georgete já morava. Mobilizaram outros vizinhos a trabalhar também e, após os 24 dias de trabalho dos calebes, a casa nova foi entregue. “Deus mandou eles virem me ajudar. Eu gostei muito”, foi tudo o que dona Georgete conseguiu dizer na cerimônia de entrega.

O grupo da Missão Calebe homenageou a moradora, cantou hinos e agradeceu aos envolvidos. O pastor departamental de jovens da Associação Rio de Janeiro, José Venefrides, fez uma oração especial pedindo a bênção de Deus sobre o novo lar. Para os moradores de Xerém, em Duque de Caxias, ficou claro que a solidariedade não tem limites.

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Carnaval mistura tradições pagãs e celebra prazeres temporais

Brasília, DF…[ASN] O Brasil é conhecido mundialmente pelo carnaval. Mas, ao contrário do que muitos pensam, a festa não é nacional. Os festejos passaram por muitas transformações e esteve presente em diferentes culturas do mundo, tendo início provavelmente na Antiguidade (Mesopotâmia, Grécia e Roma). 

Originalmente eram comemorações profanas recuperadas pelo cristianismo, cheias de ritos e costumes pagãos.

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Campanha de prevenção orienta sobre acampamentos no feriado do Carnaval

É carnaval, e agora?

Segundo o professor associado aposentado da Universidade Federal da Paraíba, Osvaldo Meira Trigueiro, membro da Câmara Paraibana de Folclore, nesse período há uma inversão permitida da ordem social: “o mundo vira do avesso, com manifestações de fuga das normas do nosso cotidiano, dos padrões morais e da aceitação do grotesco”.  Em muitas festas há troca subversiva de papéis, onde homens se vestem de mulher e vice-versa. Alguns historiadores acreditam que essa prática estaria relacionada a costumes de povos antigos.

De acordo com o professor de música da Universidade de Brasília, Vadim Arsky, “na Grécia a festa estava relacionada à fertilidade do solo e à fertilidade humana. Depois disso, o carnaval foi parar na Europa, com mais força na Itália, onde surgiram as máscaras em Veneza, e a partir daí a Igreja Católica aderiu aos festejos como um período dentro da quaresma (os quarenta dias que antecedem a Páscoa) ”. No Brasil, a festa foi trazida pelos portugueses com o entrudo –  brincadeiras onde eram jogadas farinha, baldes de água e luvas cheias de areia. Havia também muita sátira à aristocracia.

No ASN TV de hoje, o diretor do Departamento de Jovens da Igreja Adventista do Sétimo Dia, em oito países da América do Sul, pastor Carlos Campitelli, fala um pouco sobre as origens do carnaval e explica por que os cristãos não devem participar desse tipo de diversão. Confira no vídeo no link abaixo. [Equipe ASN, Silaine Bohry]

http://videos.adventistas.org/pt/editoria/institucional/o-cristao-e-o-carnaval-pastor-carlos-campitelli/

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Faça sua roupa falar baixo. Não consigo lhe ouvir!

Se você duvida que as roupas podem afetar sua vida espiritual, é bom saber que já é provado cientificamente que elas interferem até mesmo no nosso comportamento. Um estudo feito na Universidade Northwestern, em Chicago, mostrou que tendemos a incorporar as características das peças que vestimos. De acordo com Adam D. Galinsky, um dos responsáveis pelo estudo, elas invadem o corpo e o cérebro, colocando o usuário em um estado psicológico diferente. Foi constatado que a roupa influencia na disposição, no desempenho e na forma como somos vistos pelos outros. Além disso, ela altera a configuração cerebral porque afeta a mente. Daí, podemos ter ainda mais certeza de que existem vestimentas ideais e desapropriadas para os cristãos.

Levando esse pensamento em conta, o cristão pode ou não se vestir com o que está na moda? Muita gente acredita que a moda não é algo que agrada a Deus, por isso não segue nenhum tipo de tendência, preferindo não ter nada de modernidade no guarda-roupa! A pressão sobre quem segue esse estilo de vida é muito grande, ainda mais sobre as mulheres, que acabam se tornando alvo de comentários maldosos e recebem apelidos desagradáveis, como: bregas, relaxadas, mal cuidadas e antiquadas. Elas procuram viver como diz em I Timóteo 2:9: “Que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso”. Logo em seguida, o verso declara que o verdadeiro enfeite da mulher é sua obra. Um texto da escritora cristã Ellen White, no livro Mensagens Escolhidas, nos aprofunda neste assunto:

Os cristãos não devem se dar ao trabalho de se tornar objeto de estranheza por se vestirem diferentemente do mundo (…). Se o mundo introduzir uma moda de vestuário modesta, conveniente e saudável, que esteja de acordo com a Bíblia, não mudará nossa relação com Deus ou com o mundo se adotarmos essa moda de vestuário.(Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 476)

Aí está um ponto importante! Não devemos parecer extraterrestres, mas também não devemos, em nenhum momento, ser escravos dos ditadores das tendências. O segredo está no equilíbrio, não sendo nem os primeiros nem os últimos a entrar na moda. Se Jesus vivesse na Terra nos dias de hoje, o que você imagina que Ele usaria? Ele, mais do que qualquer pessoa, sabia se adaptar a toda cultura, sem nunca deixar de lado um único princípio bíblico. Consigo imaginá-lo em nosso meio usando vestimentas dos tempos atuais, talvez um blazer e, quem sabe, até uma calça jeans.

Deus não criou um povo para ser visto como ridículo e servir de piada para o mundo. Você sabia que modéstia significa simplicidade e discrição? Perceba que algumas roupas, do tipo intitulado como “roupa-de-crente”, chamam mais a atenção do que uma vestimenta moderna e de bom gosto? Algumas são tão “cheguei” que até fazem da pessoa um ponto de referência — mas de forma pejorativa. Cuidado ao se vestir de um jeito fora da realidade porque isto pode diminuir a credibilidade das pessoas em você. É muito mais fácil dar ouvidos a alguém bem arrumado do que a alguém com aparência relaxada, não é?

É importante lembrar que Deus ama a beleza. Observe as cores, formas e os cheiros da natureza. Tudo é perfeito! Deus quer que tenhamos uma boa aparência, afinal escolheu nos criar à sua própria semelhança. Você pode se vestir bem e ter uma boa imagem. O que o Senhor não quer é que isso lhe afaste do foco, que é buscar a beleza do alto, que é eterna, imperecível.

Mesmo com modéstia, devemos andar bem arrumados. Ellen White diz que “devemos educar os jovens na simplicidade do vestuário; simplicidade com elegância” (Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, pág. 180). Isto me lembrou das minhas aulas de telejornalismo. Minha professora Valéria Hein dizia que para apresentar um telejornal o profissional deve estar vestido e penteado com elegância, mas sem extravagância. Sabem por quê? A elegância é necessária para que o comunicador seja respeitado e levado a sério. E sobre evitar a extravagância? É simples. O jornalista não deve chamar atenção para si, mas sim para a notícia. Vamos reformular a última frase para você entender melhor como deve ser nossa atitude: O cristão não deve chamar atenção para si, mas sim para a notícia (o evangelho).

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