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Calebes constroem casa para moradora de Xerém, Rio de Janeiro

Nova casa ganhou instalações sanitárias e elétricas, que faltavam na anterior. Agora está recebendo os acabamentos.

Qual é o limite da solidariedade? Se alguém perguntar para o grupo de calebes que atuou durante o último mês no distrito de Xerém, no Rio de Janeiro, vai se surpreender com a resposta.

Eles provavelmente vão falar sobre a importância de mostrar Jesus ao próximo e como viver o evangelho na prática. Mas foram suas ações que deram a maior resposta. O grupo de voluntários, composto por adolescentes e jovens a partir dos 16 anos de idade, passou 24 dias trabalhando com os moradores da região e buscando melhorar sua qualidade de vida. Ações humanitárias aconteceram juntamente com trabalhos evangelísticos, no intuito de impactar a vida material e espiritual de cada um.

Uma dessas ações foi a entrega de uma casa nova para a moradora Georgete, no bairro do Amapá, que vivia em situações bastante difíceis. Sua casa era um pequeno cômodo construído com tijolos, sem uma das paredes e com poucos móveis. Seus pertences eram protegidos da chuva e do vento por bambus e panos. Não possuía instalações de esgoto, cozinha ou sequer banheiro. Para os calebes, essa situação deveria mudar o mais rápido possível.

Antiga casa sofria com falta de estrutura, espaço e saneamento básico.

Desde a primeira semana os voluntários começaram a trabalhar na construção da nova casa, no mesmo terreno em que Georgete já morava. Mobilizaram outros vizinhos a trabalhar também e, após os 24 dias de trabalho dos calebes, a casa nova foi entregue. “Deus mandou eles virem me ajudar. Eu gostei muito”, foi tudo o que dona Georgete conseguiu dizer na cerimônia de entrega.

O grupo da Missão Calebe homenageou a moradora, cantou hinos e agradeceu aos envolvidos. O pastor departamental de jovens da Associação Rio de Janeiro, José Venefrides, fez uma oração especial pedindo a bênção de Deus sobre o novo lar. Para os moradores de Xerém, em Duque de Caxias, ficou claro que a solidariedade não tem limites.

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Carnaval mistura tradições pagãs e celebra prazeres temporais

Brasília, DF…[ASN] O Brasil é conhecido mundialmente pelo carnaval. Mas, ao contrário do que muitos pensam, a festa não é nacional. Os festejos passaram por muitas transformações e esteve presente em diferentes culturas do mundo, tendo início provavelmente na Antiguidade (Mesopotâmia, Grécia e Roma). 

Originalmente eram comemorações profanas recuperadas pelo cristianismo, cheias de ritos e costumes pagãos.

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É carnaval, e agora?

Segundo o professor associado aposentado da Universidade Federal da Paraíba, Osvaldo Meira Trigueiro, membro da Câmara Paraibana de Folclore, nesse período há uma inversão permitida da ordem social: “o mundo vira do avesso, com manifestações de fuga das normas do nosso cotidiano, dos padrões morais e da aceitação do grotesco”.  Em muitas festas há troca subversiva de papéis, onde homens se vestem de mulher e vice-versa. Alguns historiadores acreditam que essa prática estaria relacionada a costumes de povos antigos.

De acordo com o professor de música da Universidade de Brasília, Vadim Arsky, “na Grécia a festa estava relacionada à fertilidade do solo e à fertilidade humana. Depois disso, o carnaval foi parar na Europa, com mais força na Itália, onde surgiram as máscaras em Veneza, e a partir daí a Igreja Católica aderiu aos festejos como um período dentro da quaresma (os quarenta dias que antecedem a Páscoa) ”. No Brasil, a festa foi trazida pelos portugueses com o entrudo –  brincadeiras onde eram jogadas farinha, baldes de água e luvas cheias de areia. Havia também muita sátira à aristocracia.

No ASN TV de hoje, o diretor do Departamento de Jovens da Igreja Adventista do Sétimo Dia, em oito países da América do Sul, pastor Carlos Campitelli, fala um pouco sobre as origens do carnaval e explica por que os cristãos não devem participar desse tipo de diversão. Confira no vídeo no link abaixo. [Equipe ASN, Silaine Bohry]

http://videos.adventistas.org/pt/editoria/institucional/o-cristao-e-o-carnaval-pastor-carlos-campitelli/

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Faça sua roupa falar baixo. Não consigo lhe ouvir!

Se você duvida que as roupas podem afetar sua vida espiritual, é bom saber que já é provado cientificamente que elas interferem até mesmo no nosso comportamento. Um estudo feito na Universidade Northwestern, em Chicago, mostrou que tendemos a incorporar as características das peças que vestimos. De acordo com Adam D. Galinsky, um dos responsáveis pelo estudo, elas invadem o corpo e o cérebro, colocando o usuário em um estado psicológico diferente. Foi constatado que a roupa influencia na disposição, no desempenho e na forma como somos vistos pelos outros. Além disso, ela altera a configuração cerebral porque afeta a mente. Daí, podemos ter ainda mais certeza de que existem vestimentas ideais e desapropriadas para os cristãos.

Levando esse pensamento em conta, o cristão pode ou não se vestir com o que está na moda? Muita gente acredita que a moda não é algo que agrada a Deus, por isso não segue nenhum tipo de tendência, preferindo não ter nada de modernidade no guarda-roupa! A pressão sobre quem segue esse estilo de vida é muito grande, ainda mais sobre as mulheres, que acabam se tornando alvo de comentários maldosos e recebem apelidos desagradáveis, como: bregas, relaxadas, mal cuidadas e antiquadas. Elas procuram viver como diz em I Timóteo 2:9: “Que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso”. Logo em seguida, o verso declara que o verdadeiro enfeite da mulher é sua obra. Um texto da escritora cristã Ellen White, no livro Mensagens Escolhidas, nos aprofunda neste assunto:

Os cristãos não devem se dar ao trabalho de se tornar objeto de estranheza por se vestirem diferentemente do mundo (…). Se o mundo introduzir uma moda de vestuário modesta, conveniente e saudável, que esteja de acordo com a Bíblia, não mudará nossa relação com Deus ou com o mundo se adotarmos essa moda de vestuário.(Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 476)

Aí está um ponto importante! Não devemos parecer extraterrestres, mas também não devemos, em nenhum momento, ser escravos dos ditadores das tendências. O segredo está no equilíbrio, não sendo nem os primeiros nem os últimos a entrar na moda. Se Jesus vivesse na Terra nos dias de hoje, o que você imagina que Ele usaria? Ele, mais do que qualquer pessoa, sabia se adaptar a toda cultura, sem nunca deixar de lado um único princípio bíblico. Consigo imaginá-lo em nosso meio usando vestimentas dos tempos atuais, talvez um blazer e, quem sabe, até uma calça jeans.

Deus não criou um povo para ser visto como ridículo e servir de piada para o mundo. Você sabia que modéstia significa simplicidade e discrição? Perceba que algumas roupas, do tipo intitulado como “roupa-de-crente”, chamam mais a atenção do que uma vestimenta moderna e de bom gosto? Algumas são tão “cheguei” que até fazem da pessoa um ponto de referência — mas de forma pejorativa. Cuidado ao se vestir de um jeito fora da realidade porque isto pode diminuir a credibilidade das pessoas em você. É muito mais fácil dar ouvidos a alguém bem arrumado do que a alguém com aparência relaxada, não é?

É importante lembrar que Deus ama a beleza. Observe as cores, formas e os cheiros da natureza. Tudo é perfeito! Deus quer que tenhamos uma boa aparência, afinal escolheu nos criar à sua própria semelhança. Você pode se vestir bem e ter uma boa imagem. O que o Senhor não quer é que isso lhe afaste do foco, que é buscar a beleza do alto, que é eterna, imperecível.

Mesmo com modéstia, devemos andar bem arrumados. Ellen White diz que “devemos educar os jovens na simplicidade do vestuário; simplicidade com elegância” (Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, pág. 180). Isto me lembrou das minhas aulas de telejornalismo. Minha professora Valéria Hein dizia que para apresentar um telejornal o profissional deve estar vestido e penteado com elegância, mas sem extravagância. Sabem por quê? A elegância é necessária para que o comunicador seja respeitado e levado a sério. E sobre evitar a extravagância? É simples. O jornalista não deve chamar atenção para si, mas sim para a notícia. Vamos reformular a última frase para você entender melhor como deve ser nossa atitude: O cristão não deve chamar atenção para si, mas sim para a notícia (o evangelho).

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O que pode estar por trás dos atentados em Paris

O banho de sangue ocorrido nesta sexta-feira à noite, 13, em Paris, capital da França, deve tomar conta das conversas e noticiários nas próximas semanas. Para quem ainda não leu qualquer tipo de informação, pelo menos três atentados orquestrados e coordenados ocorreram na cidade com a morte, até agora confirmada, de cerca de 127 pessoas.

De acordo com a Procuradoria de Paris, há, ainda, cerca de 200 feridos, sendo 80 em estado grave. Todos os ataques foram em locais de grande concentração de pessoas: bares, restaurantes, uma casa de shows e o estádio nacional Stade de France. Oito terroristas foram mortos, sendo que sete teriam detonado cinturões com explosivos antes de serem atingidos pela polícia, informou a agência de notícias francesa AFP. O Estado Islâmico assumiu a autoria dos atentados.

O presidente da França, François Hollande, decretou situação de emergência no país e fechou as fronteiras. Já há algumas manifestações oficiais a respeito das possíveis razões para esses ataques e uma delas é a de que as mortes ocorreram como retaliação pelo fato e a França ter realizado alguns bombardeios recentemente na Síria tendo como alvo o combate a forças do Estados Islâmico (EI).

Algumas autoridades já se manifestaram oficialmente, ofereceram condolências e evidentemente condenaram os ataques. Os adventistas do sétimo dia, por exemplo, por meio do presidente da Igreja nessa região da Europa, Mario Brito, expressaram sua solidariedade ao povo francês. O próprio líder mundial da Igreja, pastor Ted Wilson, lançou em seus perfis de rede social um movimento intitulado #PrayforPariscom a intenção de motivar as pessoas a intercederem pelas famílias das vítimas e pela população em geral que continua vivendo os efeitos do terror após os ataques propriamente ditos.

Para pensar

Esse episódio lamentável me fez refletir acerca de algumas coisas, principalmente quando o faço sob o ponto de vista bíblico. E é essa minha proposta aqui nesse espaço. Não quero e nem me proponho aqui abordar a motivação de quem cometeu essa barbárie, mas tentar compreender o que está por trás disso tudo conceitualmente. Pensemos no seguinte:

  1. A vida humana está cada vez mais sem valor. Em Mateus 24:12, Jesus é enfático sobre uma das características da sociedade nos últimos tempos: “devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará”. Esse esfriamento do amor não implica apenas um desgosto ocasional ou uma pálida demonstração de egoísmo. É impossível avaliar completamente até onde vai o ser humano quando o amor de Deus não faz parte da sua vida! No livro de Jeremias, está registrado, no capítulo 19, um pouco do que o povo, sem o temor de Deus e afastado do Seu amor, acabou cometendo. Chegaram a ponto de oferecer os próprios filhos em sacrifício. Algo impensável, não é? Mas quando os freios morais somem, por conta da falta da genuína ação do amor divino na vida, tudo pode acontecer. Para Deus, a vida humana precisa ser preservada. Não usada como moeda de troca ou barganha para fins pessoais ou ideologias alicerçadas na ganância, vaidade ou orgulho próprio.
  1. A crise moral chega a um ponto insustentável e necessita de uma intervenção urgente – Vivemos uma crise moral, portanto, e de ética também. O renomado especialista em Ética, com formação em Direito e Jornalismo e professor universitário, Clóvis de Barros Filho, afirmou em um vídeo que “moral é o que não faríamos de jeito nenhum, mesmo que não tivesse ninguém olhando, mesmo que fôssemos invisíveis”. Eu acrescentaria que não faríamos, também, sabendo que Deus está nos vendo. E o que significa dizer que chegamos a esse nível insuportável de crise moral? Significa que precisará, em algum momento, uma intervenção sobrenatural divina para impedir que mais barbáries sejam cometidas. Mesmo as que parecem ter as argumentações mais fundamentadas, as razões mais “plausíveis”. Alguém, superior a nós, precisa colocar um ponto final naquilo que o ser humano faz pensando unicamente em si mesmo e no que ele considera o melhor.
  1. O terrorismo não é um problema de segurança pública ou meramente social; é um problema de origem mais profunda na vida do ser humano – O efeito que ações de terrorismo, como o que se viu em Paris ontem, tem é o de justamente criar mais do que insegurança. É promover o terror, o medo, a desconfiança entre as pessoas. Vai além de uma questão social. Ao que parece, não se explica apenas por conta de conjunturas sociais favoráveis, ou por questões de estratégia geopolítica, mas tem a ver com o que de mais profundo existe no ser humano. Claro que um ambiente potencializa o que de pior ou melhor as pessoas possuem. Mas individualmente elas possuem uma responsabilidade sobre a maneira como agem, como vivem, como pensam. E isso tem viés espiritual em última instância. Terrorismo nasce em uma sociedade onde os valores, dos indivíduos, estão deturpados quanto ao respeito e ao amor pelos outros. Sociedade não é um ente independente, é o conjunto das pessoas.

Não esgoto aqui todos os aspectos relacionados ao assunto, mas creio que podemos partir dessa reflexão para algo maior. Deus tem muito amor por nós. E eu, depois de mais essa demonstração de desamor na França, sou impelido a me submeter mais ao Senhor para que Ele coloque dentro de mim o verdadeiro amor, não egoísta, não interessado em minhas próprias ideologias, não espelhado por aquilo que a sociedade crê que é o melhor.

Eu preciso que o amor de Deus não se esfrie em minha vida! Aliás, nós todos precisamos!

 

Autor: Felipe Lemos

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