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Livro Esperança Viva pode ser compartilhado no meio digital

Brasília, DF … [ASN] Está no ar o site do livro Esperança Viva, de autoria do pastor e apresentador Ivan Saraiva. Milhões de exemplares do livro serão distribuídos nesse ano pelos adventistas em oito países sul-americanos gratuitamente dentro do projeto Impacto Esperança. A obra apresenta doutrinas bíblicas consideradas por alguns pouco conhecidas, impopulares e até polêmicas. As abordagens vão desde a guarda do sábado e passam por temas como estado dos mortos, teologia da prosperidade, a controvérsia entre criacionismo e evolucionismo, uso de línguas estranhas em cultos religiosos, entre outros tópicos.

Segundo Saraiva, que é apresentador do programa Está Escrito, da TV Novo Tempo, e que grava vídeos regularmente para compartilhamento nas mídias sociais, “o objetivo desse livro é alcançar pessoas que não acreditam mais em igrejas e, por consequência, no próprio evangelho. Esse fenômeno pós moderno se dá, sobretudo, por dois fatores: pela superficialidade do conhecimento bíblico e pelo alto índice de rejeição ao evangelho vulgar e descontextualizado que encontramos nos veículos de comunicação. Por isso, a intenção é mostrar que a Bíblia também não concorda e não aceita qualquer outro evangelho além do que o que ela mesmo apresenta”.

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A Bíblia é realmente muito antiga

Sempre surge alguém tentando descaracterizar a Bíblia Sagrada, argumentando que seu texto seria muito mais recente do que se crê e que, portanto, suas profecias não seriam realmente predições, mas histórias redigidas depois que os acontecimentos tiveram lugar.
Quanto ao Antigo Testamento, nunca é demais destacar a importância dos Manuscritos do Mar Morto. Até meados de 1947, o manuscrito mais antigo disponível no qual era baseada toda a tradução do Antigo Testamento datava de algo em torno do ano 900 depois de Cristo. Havia um lapso quase instransponível entre os originais perdidos e a única cópia à disposição dos acadêmicos. É bem no meio desse vasto e largo abismo que surgem os famosos Manuscritos do Mar Morto, descobertos acidentalmente em 1947 por um pastor de cabras, na região do Mar Morto, na Jordânia.
Os manuscritos ali encontrados foram datados com segurança entre 250 antes de Cristo até por volta do ano 70 depois de Cristo. Cópias de todos os livros do Antigo Testamento foram encontradas, com exceção do livro de Ester, que muito provavelmente era conhecido pelos essênios, os prováveis moradores da comunidade que produziu os documentos, como é evidenciado em alguns manuscritos de comentários desse livro.
Em relação aos manuscritos do Novo Testamento, há uma infinidade deles. Somente em grego, são em torno de 5.500. Em outras línguas, como latim, armênio, etíope, copta, etc., o número é superior a 20 mil. Cópias de vários séculos estão à disposição de qualquer crítico textual, demonstrando assim a integridade do texto do Novo Testamento.
Portanto, alegar que a Bíblia Sagrada seria uma obra mais ou menos recente é simplesmente admitir que se desconhecem os fatos. Mas tem mais.
Foram feitas várias descobertas arqueológicas relacionadas diretamente com a Bíblia. Calcula-se que aproximadamente 40 personagens bíblicos tenham sua historicidade confirmada por meio de documentação arqueológica. É o caso do rei Davi; do líder religioso de Israel na época de Jesus, Caifás; do rei Ezequias; de Pôncio Pilatos; do rei Jeú; de Baruque, secretário de Jeremias; e de Herodes, o Grande. E o mesmo pode ser dito a respeito de diversas localidades relacionadas com a história sagrada, que estiveram soterradas durante milênios em locais inóspitos do Oriente Médio. Alguns exemplos são Cafarnaum, Jericó, o tanque de Siloé, Babilônia, Ur dos Caldeus, Nazaré e Ebla.
Sir William Ramsay era um cético que não reconhecia a historicidade das Escrituras. Influenciado pelos pressupostos do Iluminismo presentes na teologia alemã do século 19, ele foi à Ásia Menor com o único propósito de desacreditar a geografia e a história do livro de Atos, no Novo Testamento. Porém, todas as pesquisas arqueológicas dele mostraram o contrário. Ramsay considerou o livro de Atos autoridade em assuntos como topografia, antiguidades e sociedade da Ásia Menor; um “aliado útil” em escavações obscuras e difíceis. Além disso, passou a se referir a Lucas como um “historiador de primeira grandeza”.
Em seu livro Razão, Ciência e Fé, o doutor em Filosofia pela Universidade de Chicago, J. D. Thomas, diz o seguinte: “Nesse conflito entre a Bíblia e a ciência, segundo o ponto de vista popular, notemos que existe na realidade uma tensão entre a Bíblia e o Cientismo [teoria que defende ser a ciência o único método para o conhecimento de todas as coisas] e não [uma tensão] entre a Bíblia e a ciência.” E isso ficou claro uma vez mais com uma pesquisa recente feita, desta vez, por matemáticos.
O artigo com os resultados da pesquisa foi publicado no periódico científico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). Eles usaram inteligência artificial para criar uma estimativa de quantas pessoas poderiam ler e escrever durante certos períodos da Antiguidade. O grupo desenvolveu novas técnicas de processamento de imagens e reconhecimento de caligrafia. A tecnologia foi utilizada para investigar 16 inscrições encontradas em um forte em Arad, próximo ao Mar Morto.
Conforme informações da revista brasileira Galileu, as inscrições são datadas de 600 antes de Cristo e detalham alguns comandos militares comuns e pedidos de suprimentos. “Foram escritos em um tipo de cerâmica chamada ostraca durante o período do Primeiro Templo, 24 anos antes que o Reino de Jerusalém fosse conquistado pelo reinado babilônico. Até aí, tudo bem: a maioria dos pesquisadores concorda que os textos mais antigos são dessa época, representando que uma pequena elite estaria lendo e escrevendo nesse período. Mas será mesmo?”
Liderados pela matemática Shira Faigenbaum-Golovin, da Universidade de Tel Aviv, os pesquisadores recuperaram as inscrições usando os processadores de imagem e, então, utilizaram a ferramenta de reconhecimento de caligrafia para determinar quantas pessoas realmente escreveram na cerâmica. Com isso, dirimiram as dúvidas. A análise revelou pelo menos 16 autores diferentes na ostraca. Ao examinar o conteúdo do texto, os pesquisadores identificaram todas as posições militares de comando. Arie Shaus, uma das matemáticas da pesquisa, explica: “Até os comandantes de nível mais baixo podiam se comunicar por meio da escrita. Foi bastante surpreendente. ”
Conclusão da Galileu: “Se até os militares de patente mais baixa conseguiam ler e escrever por volta dos anos 600 a.C., é possível entender que a ‘proliferação da literatura’ já havia ocorrido muito antes, e que isso traz implicações para quando os primeiros livros da Bíblia foram escritos.” Segundo o arqueólogo ateu Israel Finkelstein, “se um grande número de pessoas pudesse ler o texto, seria mais fácil distribuir essas ideias para a população”. No caso da Bíblia, foi exatamente essa a ideia.
É interessante lembrar o relato de Juízes 8:14 segundo o qual um rapaz (algumas versões trazem “escravo”) escreveu uma lista de nomes para Gideão. Assim, em 1400 a.C., a maioria da população israelita era alfabetizada e capaz de ler as Escrituras.
A pesquisa dos matemáticos pode empurrar a origem dos primeiros textos bíblicos pelo menos dois séculos para o passado (ou mais, à medida que as técnicas forem aprimoradas). Podem ainda não ser as cronologias mais precisas, mas já servem para silenciar alguns críticos defensores da ideia de que a Bíblia teria sido resultado de uma composição bem mais recente do que se crê.
A arqueologia já vinha silenciando muitos críticos. Agora é a vez da matemática também fazer isso. Mais um ponto para a Bíblia.

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Aplicativo incentiva adolescentes a dedicar mais tempo à oração

 

Intenção é que aplicativo não seja utilizado apenas por adolescentes, mas se torne uma ferramenta para que a oração seja um hábito ainda mais constante (F0t0s: Jefferson Paradello)

Brasília, DF… [ASN] O Ministério do Adolescente da Igreja Adventista do Sétimo Dia para oito países sul-americanos lançou recentemente o aplicativoPush, que foi desenvolvido para incentivar adolescentes a dedicar mais tempo à oração interecessora por seus amigos e familiares. Um de seus objetivos é funcionar como um lembrete, já que a maioria deles passa o dia conectado aos smartphones e em constante contato com diversas pessoas.

O nome do aplicativo, que vem da frase em inglês Pray Until Something Happens (ore até algo acontecer), foi pensada para ser um estímulo para esse público. Milca Souza, uma das idealizadoras da iniciativa, explica que a ideia surgiu quando foi observado que os materiais impressos voltados aos adolescentes não estavam atraindo a atenção deles.

“O Ministério do Adolescente na região Norte do Brasil se mobilizou para organizar reuniões com as diretoras desse departamento nas sedes regionais e com o pessoal da mídia para discutir uma melhor forma de produzir algo que fosse mais de acordo com o mundo deles e que despertasse o interesse pela oração”, esclarece a pedagoga.

Para que ficasse pronto, o aplicativo começou a ser pensado e estruturado há cerca de dois anos. Por ser voltado, primariamente, a um público específico, a produção contou com pesquisas realizadas com adolescentes, que participaram de reuniões, avaliações e testaram a ferramenta para aprovar os recursos implementados.

“O Ministério do Adolescente na região Norte do Brasil se mobilizou para organizar reuniões com as diretoras desse departamento nas sedes regionais e com o pessoal da mídia para discutir uma melhor forma de produzir algo que fosse mais de acordo com o mundo deles e que despertasse o interesse pela oração”, esclarece a pedagoga.

Para que ficasse pronto, o aplicativo começou a ser pensado e estruturado há cerca de dois anos. Por ser voltado, primariamente, a um público específico, a produção contou com pesquisas realizadas com adolescentes, que participaram de reuniões, avaliações e testaram a ferramenta para aprovar os recursos implementados.

Por estar disponível no smartphone, usuário pode criar lista para orar por amigos e familiares

Com o Push é possível agendar pedidos de oração de familiares ou de pessoas listadas em qualquer rede social que tenha seu respectivo aplicativo instalado no dispositivo móvel, como Whatsapp ou Facebook, por exemplo. Esse foi um dos diferenciais que mais chamou a atenção da estudante Lohara Lima, de 16 anos. “Achei bem divertido ver as fotos dos meus contatos do celular no app”, conta.

Além de adicionar os pedidos de oração, é possível compartilhar mensagem bíblicas diretamente por quem se quer orar. “A maioria dos adolescentes (e jovens também) não têm o hábito ou não conseguem lembrar dos vários pedidos de oração que são feitos”, constata Maisa Miranda, professora auxiliar de adolescentes em um dos templos adventistas do Centro-Oeste. “Nessa vida corrida sempre é bom ter um auxiliador da memória.”

Graciela Hein, diretora do Ministério do Adolescente da Igreja Adventista para oito países da América do Sul, acredita que com a correria do dia a dia é preciso chamar a atenção para o conselho bíblico de orar sem cessar. Por isso, o propósito é incentivar os adolescentes a dedicar mais tempo à oração. Ela credita que a tecnologia pode ser um estímulo para leva-los a ter um relacionamento mais próximo com Deus e com outras pessoas.

No entanto, o aplicativo não é limitado apenas a esse público. De acordo com ela, deve ser utilizado por mais gente. Disponível para dispositivos com os sistemas operacionais Android e iOS, pode ser baixado gratuitamente em português e espanhol nas respectivas lojas. [Equipe ASN, Jefferson Paradello, com colaboração de Aline do Valle]

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Páscoa: Coelho ou Cordeiro

A Páscoa é uma celebração de origem divina e seu caráter é essencialmente bíblico e religioso.

Itaniel Silva


Nas últimas décadas, a humanidade, influenciada pela força do capitalismo a transformou em fonte de lucro e de consumo, deturpando radicalmente seu sentido cristão.
Por acreditarem que o ovo simbolizava o nascimento, os antigos egípcios e persas costumavam pintar ovos com cores da primavera e presentear aos amigos. Os primeiros a darem ovos coloridos na Páscoa, simbolizando a ressurreição, foram os primitivos cristãos do Oriente e da Europa.

Os ovos não eram comestíveis, como se conhece hoje. Era apenas um presente original simbolizando a ressurreição como o início de uma nova vida. Os ovos de chocolate como conhecemos hoje, surgiram no século 20.
O coelho foi símbolo da fertilidade e da vida para diversos povos da terra. Os imigrantes alemães trouxeram a tradição do coelho para as Américas em meados do século 18. Assim, os ovos e o coelho tradicionalmente passaram a fazer parte da Páscoa cristã.

Mas, embora na tradição dos povos o coelho seja símbolo da fertilidade e os ovos símbolo da renovação da vida, definitivamente eles não são símbolos da Páscoa original.
Para conhecermos o verdadeiro sentido da Páscoa, os elementos envolvidos nela e a razão de sua origem, devemos voltar à Bíblia.

O povo de Deus, formado a partir de Abrão e Sarai, estava já por quatrocentos e trinta anos vivendo sob a escravidão dos egípcios. Mas, o momento de Deus libertá-lo havia chegado. (A história da Páscoa pode ser encontrada a partir do capítulo 3 do livro do Êxodo). Então o Senhor chamou Moisés para ser o líder da tão sonhada libertação. Quando Moisés apresentou o plano, Faraó recusou. É claro que ele jamais iria aceitar a proposta de perder a mão-de-obra escrava de centenas de milhares de homens e mulheres.

Percebendo o descaso de Faraó, Deus passou a apelar por meio de atos dolorosos, os quais a Bíblia chama de pragas. Dez ao todo. Diante de cada uma delas, o chefe da nação egípcia continuava endurecido. Deus então anuncia aquela que seria a décima e última praga. O último destes atos de juízo divino atingiria o que há de mais precioso para o ser humano - a vida. "Assim diz o Senhor: Por volta da meia noite, passarei por todo o Egito. Todos os primogênitos morrerão, desde o filho mais velho do Faraó, herdeiro do trono, até o filho mais velho da escrava" (Êxodo 11. 4 e 5). Desta vez, o juízo recairia sobre os filhos primogênitos, tanto dos animais como dos homens. Tanto dos egípcios, quanto dos escravos hebreus. Todos estavam sob a condenação. Mas, Deus nunca executa um juízo sem antes prover um meio de escape. "Deus é amor" (I João 4.8). Assim, naquela noite, se alguma família quisesse ser poupada da morte, quer fosse egípcia ou israelita teria que praticar a Páscoa. Só ela poderia salvar da morte. E o que era a Páscoa? Como praticá-la e evitar a catástrofe sobre os primogênitos? Simples.

Cada família deveria prover um cordeirinho, sem defeito, de um ano, matá-lo, colher seu sangue, pintar o alto e as laterais da porta com o sangue. Toda a família deveria entrar pela porta, permanecer dentro da casa durante a noite e comer a carne do cordeirinho com pão sem fermento e ervas amargas. Fazendo assim, à meia noite, quando o anjo responsável por executar o juízo da morte chegasse, ao ver o sangue na porta, ele pularia aquela casa. A família estaria salva. Isto é a Páscoa. A palavra Páscoa quer dizer passar por cima. Passar por alto, conforme (Êxodo 12.13,23 e 27). A história completa da Páscoa pode ser conhecida lendo o livro bíblico do Êxodo, capítulo 12.

O cordeirinho morto naquela noite, para salvar os primogênitos condenados do Egito, simbolizava outro cordeiro. "O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (João 1.29). Toda pessoa que nasce no mundo, chega aqui em semelhante condenação à dos primogênitos naquela noite no Egito. "O salário do pecado é a morte" (Romanos 6.23). Mas Deus nunca permite que a sentença de morte recaia sobre quem quer que seja sem antes oferecer uma saída. E a saída veio por meio de Jesus. Ele deu a vida para que cada pessoa da terra pudesse marcar sua vida com seu sangue e assim ser livre da condenação. "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3.16).

Coelhos, ovos e chocolates nunca estiveram associados à Páscoa, mas ao comércio e ao consumismo. Nossa verdadeira Páscoa é Cristo Jesus. Seu sacrificio dá o real sentido à comemoração desta data.
Nesta Páscoa, além de comer os ovos de chocolate, não deixe de se alimentar de Cristo Jesus. Ele disse de si mesmo: "Aqui está o pão que desce do céu, para que não pereça quem dele comer" (João 6.50).

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